COMUNICADO

  • 18 de Março, 2026
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Na sequência dos acontecimentos recentemente tornados públicos, vem a Direção do GDRAR prestar os seguintes esclarecimentos.

O GDRAR não pode nem consegue controlar atos pessoais dos seus adeptos em recintos desportivos, não dispondo igualmente de jurisdição para aplicar qualquer tipo de sanção aos mesmos, mesmo em caso de existência de provas de atos reprováveis. No caso em apreço, a única prova registada em vídeo demonstra um comportamento exaltado do adepto em causa, não sendo audível qualquer comentário de natureza racista, como afirma o árbitro. Existem várias testemunhas já identificadas, incluindo adeptos da equipa adversária, que afirmam não ter ouvido quaisquer expressões racistas. Acresce ainda que não houve qualquer referência a estes factos pelo árbitro no relatório de jogo, tendo a participação de alegados comentários racistas sido efetuada por correio eletrónico cinco dias após a realização do encontro. Assim, qualquer acusação, seja de que natureza for, deve ser devidamente comprovada, o que, até ao momento, não se verifica.

Não obstante estes factos, o GDRAR pode e deve articular com a Associação de Basquetebol do Alentejo no sentido de identificar a pessoa visada, mostrando-se totalmente disponível para colaborar em tudo o que for necessário para o apuramento da situação — diligências essas que já foram efetuadas.

Paralelamente, o clube já contactou o adepto em causa, manifestando o seu descontentamento e repúdio pela atitude verificada na bancada, independentemente dos atos ou gestos alegadamente praticados, cabendo às entidades competentes investigar e tomar as decisões que entenderem adequadas, garantindo ao próprio visado o direito de defesa.

O GDRAR estará sempre disponível no sentido de esclarecer o sucedido.(continuação nos comentários)